Nostradamus foi sábio e vidente
Nostradamus foi sábio e vidente. A sua percepção, a sua visão e a sua inteligência, quando aliadas constituíram um conjunto, que fizeram dele um dos maiores visionários a grande distância, da época quinhentista. Nostradamus fez previsões rigorosas até ao momento. Mas o que se passou de especial com este sábio para o relacionarmos com o texto que a seguir mostramos? È que, tal como no texto que a seguir mostramos, a criança que se acerca do Mestre, é triste por não ter aceitação entre os da sua idade, também Nostradamus na sua juventude, foi rejeitado, injuriado e perseguido, em muitas das vezes pelos outros companheiros. Riram-se dele por encontrarem nele ideias de “avançadas”, ideias que quinhentos anos depois, todos admiramos e que com a devida vénia o congratulamos pela sua forte sabedoria – sabedoria que só pôde ter uma origem, a inspiração Divina com a finalidade de nos alertar para o bem da Humanidade.
São muitos os jovens que por vezes, no seu caminho da vida se sentem desprezados, humilhados e também injuriados, pelos seus colegas de escola ou companheiros de trabalho, por apresentarem ideias desenvolvidas e pouco comuns. A esses, deixamos o alento: não vos preocupeis se sois diferentes, dias virão que outros mais evoluídos, menos invejosos e mais sensatos, vos procurarão e vos darão o valor merecido. Dias virão, que encontrareis outros como vós e juntos vos sentareis e discutireis, os assuntos que entendeis de muito importantes.
As crianças nascem iguais e vêm ao mundo da mesma forma – é uma verdade. No entanto, podem fazer-se transportar por uma sabedoria que pode distar, de zero a vários milhares de anos, entre si, ou seja, entre algumas do mesmo ciclo. È impressionante, não é? Mas é verdade! Se recuarmos alguns milhares de anos no tempo, encontramos com facilidade, obras ou edificações, teses ou pensamentos, inteligências ou sabedorias, mais evoluídas que muitas das apresentados nos dias de hoje. È de facto uma prova de que há milhares de anos, alguns homens apresentavam já um desenvolvimento muito superior ao comum homem de hoje. Por tal é fácil deduzirmos que duas crianças nascidas quase em simultâneo, no mesmo local, no mesmo ambiente, podem ser mais tarde, muito distintas ao nível intelectual, embora apresentem traços fisiológicos muito semelhantes. Daí que estas crianças super qualificadas, raramente sejam apreciadas e qualificadas no bom sentido, por determinados colegas de estudo ou companheiros de trabalho e em que muitas das vezes são os professores dos primeiros ensinos, que por falta de aprendizagem e outros conhecimentos, os não valorizam e os empurram para um abismo da igualdade celular. Na maior parte dos casos são estes, os destruidores destes capacitados por os não compreenderem e facilmente os inutilizarem. Lamentavelmente, é uma verdade.
Cada criança deve ter o seu ambiente propício, enquadrável ao sintoma da sabedoria que começa a apresentar. Assim se desenvolve a criança. Assim se obtém o génio. Ao torná-la comum, ao depreciá-la, ao não investir nela, estamos a parar o tempo, estamos a destruir a sobrevivência, estamos a terminar a civilização.
O texto que se segue foi publicado no Jornal de Santo Tirso e ajuda-nos a compreender esta tese.