A reivindicação pelo “casamento homossexual” é estranhamente balofa. Por um lado aduz uma série de “Direitos Humanos”.
Além do mais proclama atender uma minoria muito vasta ‒ ao menos na mídia e entre os “famosos” do escândalo.
Porém, quando se desce à realidade, constata-se que as palavras e os pretextos não batem com a evidência.
E fica-se com a impressão que o motivo real da campanha para impor o “casamento” sodomítico é apagar a influência do cristianismo nas leis, nas instituições e nos costumes.
O artigo a seguir publicado no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira traz valiosos dados nesse sentido:
