Revelações
Parte
–
III
(Dia de Luz, Dia do Veterano de Guerra, 20 de Outubro de 2007)
1 - Veteranos da Guerra do Ultramar – "A última cicatriz"
2 - Profecias (Cronologia do Fim dos Tempos e Fim dos Tempos)
A vergonha no Político Português
O orgulho de ser Combatente por Portugal
O que querem saber e o que nós pensamos
O que querem que se saiba e o que se pretende dar a conhecer
O que julgam que todos vão saber e o que temos a certeza que irão conhecer
Conheçamos o que desconhecem.
Interrogações e afirmações:
- Portugal envolveu-se na Guerra do Ultramar no período que vai de 1961 a 1974. Como é que esta guerra começou e quais as imagens e memórias que recordam deste início?
A Guerra do Ultramar teve início em Angola. Em Março de 1961, um grupo de terroristas, provocou no norte, um mar de sangue. Chacinaram milhares de Portugueses brancos e negros. Mais de 70 mil famílias foram abatidas em genocídio. Despedaçaram os corpos com as catanas. Cortaram-nos em postas. Havia crianças com o corpo cortado e separado. Mulheres grávidas esventradas. Mulheres e meninas violadas por muitos. Cabeças espetadas em paus. Paus enfiados nos corpos. Jogavam futebol com as cabeças que cortavam. Esta é a imagem que recordamos desde a nossa juventude. Isto foi filmado e exibido em casas de cinema de Portugal.
A guerra começou assim, com um genocídio aos Nossos Portugueses e até hoje, nunca ouvimos uma contestação de qualquer Político. Temos ouvido, sim, o apontar aos nossos Soldados, de causadores de genocídios na Guerra do Ultramar -Wiriamou, Moeda, Napalm..Etc - e eles, o outro lado, o que fizeram? Já estão esquecidos? Existem tantas fotografias comprometedoras, que nos indicam os acontecimentos e ninguém foi capaz de levantar a voz ou de as revelar - só os Padres Cambonianos, Holandeses ou Espanhois, como Hastings, tiveram audição e foram capazes de denunciar massacres - mas perguntamos, só para o lado que lhes interessou? Então e o outro? O outro não tem alma? Não merece ser salvo?
Perante este ataque, qual foi a reacção do Governo Português ?
O Governo Português foi apanhado de surpresa com esta chacina terrorista, tal, como por exemplo, os Americanos o foram no 11 de Setembro. Não havia muitas hipóteses ou outras soluções. Os Portugueses Ultramarinos pediram protecção e reforços urgentes, para salvar as suas vidas, para os ajudar-mos a retirar para Portugal. E nós, ou enviávamos rapidamente forças militares para Angola, em sua defesa e isso ia custar o sacrifício do povo português, ainda por imaginar, ou, em outra hipótese, abandonaríamos e entregaríamos cobardemente, a nossa gente do Ultramar, ás mãos daqueles terroristas, como traiçoeiramente o pretendiam os que já estavam "feitos", com os que abateram aquelas famílias por Portugal.
Eu penso que hoje, qualquer dos nossos mais recentes governantes procederia da mesma maneira. Tratou-se de um socorro imediato á População Portuguesa. È preciso ter em atenção os milhares de Portugueses que estavam no Ultramar e que conseguiram chegar com vida a Portugal, graças aos militares que embarcaram rapidamente. As suas vidas, dependeram do esforço dos Nossos Soldados. Perdemos as Províncias Ultramarinas, mas conseguimos impedir que a nossa gente fosse mais martirizada, mais sádica e traiçoeiramente abatida.
- Como classificam os Combatentes Portugueses, quanto á sua operacionalidade, na defesa dos interesses de Portugal em África?
Primeiro temos que interpretar o valor dos Combatentes. Começamos por aqueles que cobardemente fugiram ao dever, para com a sua Pátria, invocando mais tarde, razões políticas para a sua deserção e que, depois chegaram a Portugal, como heróis.
Outros tem acusado os Veteranos de Guerra, de Genocídios na Guerra do Ultramar e ainda há outros que, para mostrarem o seu descontentamento com a atitude da Pátria Portuguesa em África, limparam o fundo dos sapatos á Bandeira Nacional, que sempre foi o símbolo de todos os Portugueses e que mais tarde, também se fizeram entrar em Portugal, mas já numa posição disfarçada, de heróis.
Outros ainda, que no decorrer da guerra, agarrados á Cruz como pretexto, mas por ideais políticos encobertos, denunciavam-nos, informavam-lhes e partilhavam com o outro lado da guerra - traíram os Soldados Portugueses. Hoje perguntamos, quantos Soldados nossos foram mortos em emboscadas, por informações passadas por esses que se diziam do Divino - alguém denunciou?
Quantos foram abatidos em outras armadilhas, por informações passadas, também por aqueles que connosco coabitavam como superiores, mas na realidade não eram mais do que, antigos informadores e espiões do inimigo? E que dizer daquele estranho barco, carregado de armamento, que saiu do cais do Tejo, Lisboa, em direcção á Frelimo - que para nosso bem, foi mandado ao fundo, numa operação secreta, por homens de Portugal. E outras muitas mais, que muitos desconhecem, mas que nós julgamos estar na hora de revelar.....
Quando se deu o início da Guerra do Ultramar, todos os militares estavam conscientes, que naquele momento se fazia uma necessidade muito grande em salvar as pessoas, que estavam a ser mortas pelos terroristas. Esta era a chamada primeira urgência. Não se questionava quem tinha razão. Não havia tempo. È que os Portugueses, estavam a ser barbaramente assassinados e havia que tomar uma medida de urgência em sua salvação.
Longe de os Veteranos de Guerra imaginarem, quem estava por trás da origem destes massacres. Ora perante isto, houve quem não quisesse sujar as mãos e as quisesse conservar limpas - Ainda hoje se vê. - Tal abandono aos Colonos Portugueses, tal abandono aos Veteranos de Guerra.
Depois, naqueles que realmente foram Combatentes, temos os que na sua boa fé e boa vontade, quiseram cumprir o seu dever com a Pátria. E temos aqueles que de espírito mais sublevado ou de qualquer forma contrariados embarcaram sem protesto nesta situação, de apoio ás nossas famílias do Ultramar. Quer num caso quer noutro, merecem se bem tratados e reconhecidos, porque estiveram presentes no Teatro de Guerra e sendo assim, cumpriram o dever para com a Pátria Portuguesa.
Os Combatentes não fizeram a Guerra por interesses financeiros. Os vencimentos eram baixos. Sabiam as dificuldades que iam encontrar. O risco de vida. O risco de saúde. Podiam regressar deficientes para sempre, como alguns ficaram. Tiveram de abandonar as suas famílias. Os seus estudos. Quem interrompeu a sua formação, não completou depois do regresso. Nos empregos, atrasaram a sua formação profissional. Mas, longe de pensar na deserção. Mas, longe de pensar na traição.
A seguir temos os voluntários, que integraram as Forças Especiais. Muitos jovens, aos 18 anos e num acto voluntário, fizeram a sua escolha para integrar um corpo de Tropa Especial. A nossa Tropa Especial foi excelente. Temos orgulho disso. Qualquer combatente que a tenha integrado, ainda hoje se sente realizado.
Pertencer a um Corpo de Tropa Especial, ter força de luta para conseguir a sua boina, deu-lhe uma projecção extraordinária para toda a sua carreira futura, na vida civil. Habituou-se a vencer a vida. Ainda hoje são estimados. De uma maneira geral, o Combatente Português foi forte. Conseguiu resistir ao isolamento que o Ultramar lhe proporcionou. Operacionalmente, devemos estar orgulhosos. Que os nossos filhos nunca se envergonhem.
- Quantos militares envolveu a Guerra do ultramar?
Pensamos que cerca de um milhão e duzentos mil homens, incluindo as Forças do Continente e as Ultramarinas.
- Quantos Veteranos da Guerra do Ultramar existem actualmente em Portugal?
Estima-se que próximo de oitocentos, novecentos mil.
- Em 20 de Outubro de 2000, Veteranos de Guerra organizaram-se e marcharam sobre Lisboa. Sabemos que o maior número de Antigos Combatentes presentes foi da região Norte. Tivemos conhecimento que esteve prestes a acontecer um dissabor diplomático com o Presidente da Áustria no dia 20 de Outubro de 2000. Querem explicar ?
No dia 20 de Outubro de 2000 fomos cerca de 10.000 Combatentes a Lisboa. Nesse dia esteve para acontecer um incidente com o Presidente da Áustria, que ia a sair num carro da Presidência, pelo portão principal de S. Bento. Frente a esse portão estavam os Veteranos de Guerra.
De facto qualquer coisa esteve para correr mal, porque quando o carro começou a descer a rampa de saída, os Combatentes num acto instintivo, talvez de curiosidade para ver quem ia a sair, aproximaram-se do portão em avalanche. Foi com receio de uma invasão involuntária, que os próprios Combatentes que estavam á frente, fecharam os portões com a ajuda da segurança do Palácio. Naquele momento as câmaras de televisão filmaram os Combatentes agarrados ao portão, precisamente na altura que ajudavam a fecha-los. À noite, nos canais televisivos e no dia seguinte, nos jornais diários, anunciava-se um mau comportamento dos Veteranos de Guerra, frente ao Palácio de S. Bento em Lisboa. Chamaram-nos de insurrectos.
Ouve um propósito. Pode ter sido intencional. Os Veteranos de Guerra não gostaram deste pretexto para denegrirem a sua imagem. E ficaram sempre na dúvida com este acto. Por que motivo, o Presidente do momento, encaminhou o seu carro com o Presidente da Áustria, para o portão de saída obstruído pelos Combatentes, quando havia outra saída como alternativa? Sim!, porque foi voz geral nos Combatentes - quando alguém com duas saídas, em sua casa, faz sair a pessoa convidada pelo portão onde está um vizinho desgostoso, é porque não lhe quer bem, a um e a outro - ratoeira.
- No dia 20 de Outubro de 2001, a vossa concentração atingiu um número elevado de participantes. As coisas estiveram para se complicar durante a permanência dos Combatentes em Lisboa. Pensou-se numa escalada de reacção a nível nacional, se houvesse apenas um ferido do lado dos Combatentes. Por que razão estiveram todos os Combatentes, os que não foram a Lisboa, em alerta vermelho nesse dia? Havia suspeitas de alguma coisa, desconfiaram ou simplesmente segurança? Qual a versão real do acontecimento?
No dia 20 de Outubro de 2001, estivemos em Lisboa mais de 50.000 Veteranos de Guerra. Oficializamos a nossa concentração em Lisboa, assim como o percurso a pé até aos locais destinados á concentração. Quando começamos a nossa marcha, apercebemo-nos logo, que alguma coisa não ia correr bem. A comunicação social, não estava presente. Não víamos jornalistas dos diários, nem da televisão. Como que houvesse interesse em não haver testemunhas, para algo que poderia acontecer. Os nossos pontos de alerta, viram indivíduos estranhos aos Veteranos de Guerra, a tentar infiltrar-se no meio e na frente da marcha. Claro, foram logo marcados. Havia qualquer coisa estranha, na marcha que estávamos a fazer.
Quando avançamos dos Jerónimos em direcção ao Palácio, verificamos que uma grande parte dos estabelecimentos comerciais, estavam com as portas fechadas. Podia ser pura coincidência. Mas o sexto sentido dos homens da frente, já muito habituados ás esperas, ou emboscadas, ou como queiram dizer, não se deixou apanhar desprevenido, quanto ás intenções daqueles que estavam á nossa espera.
É que mais adiante estava uma Força de Intervenção, com cerca de 400 homens bem armados, á nossa espera. E o resto é o que se sabe, não vale a pena dizer mais nada. As coisas não evoluíram para um grave problema á escala nacional, por muita sorte. Foi preciso que alguém, dos nossos, interviesse rápido e coordenasse o avanço dos Combatentes, os afastasse para longe daquela posição. Foi preciso tirá-los dali o mais rápido, para não caírem no aperto, ou armadilha, que os da posição contrária pretendiam. Posição essa, que seria a pretendida pelos que nos esperavam, para melhor nos esmagarem e fazer o que desejavam, cacetada, banho de água e bala se houvesse reacção. Os Combatentes controlaram-se. Felizmente correu bem para ambas as partes.
Durante o percurso, tivemos conhecimento, que numa rua ao lado estavam três autocarros da Intervenção, prontos a avançarem, e em cima, por trás de S. Bento os canhões de água. E houve quem afirmasse que estava uma Unidade Militar de prevenção, com "bala na câmara". Quanto ao Palácio de S. Bento, esse, informaram-nos, estava bem recheado. Afinal, perguntavam todos, de que tinha "Ele" medo? - porque quem não deve não teme!
Pela maneira como as coisas estavam a ser accionadas, a intenção era de engarrafar-nos na rua de acesso ao Palácio de S. Bento e dar-nos uns bons apertos. Pela frente tinha-mos a Policia de Intervenção. Por trás iam aparecer os canhões de água. Os três autocarros avançavam e iam tapar as saídas ou fazer perseguições. E a unidade de prevenção, estava pronta, para o que viesse. Contavam que fôssemos apenas cerca de 2.000 Veteranos de Guerra. Isto porque entretanto tinham noticiado na véspera, para nos desmobilizar, que o que os Combatentes pretendiam ia ser resolvido. E como nesse dia pela manhã chovia torrencialmente, nunca imaginaram que se apresentassem na concentração mais de 50.000 Veteranos de Guerra. - saiu-lhes pela culatra!
- A informação, proibida na véspera, não estava presente. Como recordam esse acontecimento e qual o sentimento deixado em cada Combatente presente?
Não foram precisas câmaras de televisão ou jornais. Os 50.000 Combatentes que estiveram presentes, são testemunhas para sempre, da barbárie que estava preparada, a quem um dia defendeu a Pátria e nunca foi reconhecido, como dizia o Padre António Vieira, com aquela sua frase muito conhecida :
Se serviste a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devias, e ela ?
E a resposta é - O costume.
Os Veteranos de Guerra não mereciam aquela atitude. Já foram muito castigados. São os actuais chefes das famílias portuguesas. Tem idade para ser respeitados. Sentiram-se tratados como marginais. A sua ida a Lisboa foi numa atitude pacífica. Não para fazer guerra. Se fosse essa a intenção estariam hoje em conflito, pois tiveram oportunidade para o começar, mas souberam dominar-se. Os Veteranos de Guerra nunca se vão esquecer daquela recepção. Ficou gravada nas nossas memórias para sempre.
- Existe revolta nos Veteranos de Guerra contra todo este procedimento, de que dizem terem sido vítimas, desde que acabou a Guerra do Ultramar?
Muita revolta, contra todos os políticos, que nunca nos deram apoio e que sempre nos desprezaram, quase 30 anos de abandono. Ninguém quis saber das nossas dificuldades. Não trataram aqueles que vieram doentes. Não olharam pelas viúvas, nem pelos filhos, dos que morreram em combate. Os feridos poucas ajudas tiveram. Fomos tratados como se não fossemos Portugueses. Quando na realidade fomos nós quem defendeu Portugal.
Não há caso algum como este em todo o mundo, de um país ter abandonado os seus Soldados. Nunca estes homens que se sentaram na cadeira do poder, poderão falar ao mundo dos bons exemplos como Governantes Portugueses. O problema dos Combatentes da Guerra do Ultramar está atravessado nas suas gargantas. O problema dos Combatentes é como um dossier secreto. È para ser falado por muito poucos, e ser visto por muitos menos.
- Qual a razão da vossa ida no ano de 2002 a Fátima?
Nesse ano para evitar consequências trágicas, resolvemos alterar o percurso habitual do dia nacional do Veterano de Guerra, substituindo o da ida a Lisboa, pela ida a Fátima. De facto tinha-mos pensado ir a Lisboa, dessa vez com 300, 400 ou 500 mil combatentes. Mas tivemos de tomar precauções com essa grande concentração.
Quando estou no meio destes homens ainda lhes sinto o cheiro a pólvora. Conheço os Combatentes por dentro. Sei a revolta que vai no seu coração. E sei do que são capazes. Se fizesse-mos um concentração gigante em Lisboa, numa altura como aquela, ou esta, em que o país se sente confuso, muita coisa podia acontecer. E, suspeitamos de infiltrações a quererem utilizar os Veteranos de Guerra para fins políticos, que não são os nossos.
O país entrou num pântano. Está a afundar-se. Existe uma falta de valores muito grande. Não existem princípios. Mas os Combatentes ainda os conservam. E mais - quem estiver connosco, está com a Pátria. Não são os Combatentes que tem de estar com quem deu maus exemplos. Os Combatentes já arriscaram as suas vidas numa guerra em defesa de Portugal. E poderão estar dispostos a fazê-lo novamente. E voltarão a fazer se a Pátria e o nosso povo de nós necessitar. Os Veteranos de Guerra ainda se consideram os Últimos Guardiães e Defensores de Portugal.
- Fátima é importante para os Combatentes ?
Donde nos vem a coragem? Fátima, sempre foi importante para o Povo Português. Todos os Combatentes estão com Fátima. África reforçou a devoção com Fátima. È bom ter fé. Devemos rezar por aqueles que não a tem. Não ter fé é não ter esperança, é viver vazio, é morrer desamparado. È não acreditar no amanhã. Como viver só o presente, é viver sem sentido. È viver perdido. È acabar destruído.
E como disse atrás, estamos numa altura em que há uma crise de valores profunda em Portugal. As regras, os princípios e os deveres das famílias extinguiram-se. Não há respeito. Há uma corrida aos bens materiais. Tudo conta desde que acompanhado com iguarias financeiras. Os nossos governantes e os aparelhos que os rodeiam são espelho disso. O despezismo aparece-nos em cada esquina. Não é preciso abrir muito os olhos. O interesse pela Identidade Nacional, está quase perdido. Portugal está neste momento á beira do abismo, perdido e vendido. O seu povo está triste e endividado.
Não houveram chefes para orientar e conduzir o rebanho pelo bom caminho. Meteram o nosso Povo num pântano e agora só vêem como alternativa a sua venda á globalização, como forma de fugirem ás responsabilidade - já estão prisioneiro dela, não sabem tirá-lo de lá. Não há mais bom emprego, porque no momento, "só um louco", investe em Portugal.
Contudo,
A Fé, serve para ter esperança na salvação de Portugal.
E salvando Portugal salvaremos o seu povo.
- Se foram a Fátima, foram rezar certamente. O que pediam nas suas orações?
Entre outros pedidos que julgo inconveniente a sua revelação, rezamos pela Salvação de Portugal, rezamos para que os nossos Governantes se entendam. Para que não nos atraiçoem mais. Rezamos para que o nosso povo seja melhor governado. E acima de tudo pelas intenções dos Veteranos de Guerra.
- Dê-nos um motivo para a vossa Fé.
Dou uma frase já conhecida - Se o Homem descende do macaco, por que ainda existem macacos?
- Sobre os dezoito filmes da Guerra do Ultramar, que vai passar na RTP1, o que pensam?
Tenhamos muito cuidado com esta Telenovela - Já lhe chamam - "A ÙLTIMA CICATRIZ ".
- Haverá última hipótese para Portugal?
Sim! Um Referendo ao Tratado e um Referendo ao REI.
- De que depende?
Da união, ou do acordar das forças contrárias.
- Há esquerda ou direita politica, nos Combatentes?
Se cada um a tem, é com cada um. No conjunto, ou seja, no todo, estão por cima, pelo mais importante. Estão com a Pátria. São por Portugal.
Anos atrás, uma Associação de Combatentes apresentou as fotos abaixo, como provas, das dificuldades existentes em alguns Antigos Combatentes. Os dois Combatentes apresentados, pertencem ás Terras de Basto. A sua misérie e abandono por parte dos que nos tem governado, está á vista.
Muitas vezes colocaram a questão: se havia necessidades nos Combatentes, que justificasse a intervenção do Governo. Se era verdade haver a dificuldade indicada pelas Associações. Se havia pobreza nas suas famílias. Se careciam de tratamentos médicos.
Recente, numa reunião de interesse para os Combatentes, alguém disse:- Ajudem os pobrezinhos,... ajudem os pobres,....os pobrezinhos... (entendemos que estavam a dizer que os Combatentes não tinham necessidades)
Mas então os Combatentes não tem pobrezinhos? - pensamos nós! Então o que é isto que as fotos nos revelam? Bem talvez quisessem dizer;- olhem pelos pobrezinhos de espírito, que esses, não se encontram nos Combatentes! Esses devem estar no lado contrário...
As fotos dos dois Antigos Combatentes, mostram-nos, não só a miséria em que vivem, ou viveram, mas também nos expressam imediatamente, a falsidade dos que nos dizem, que nos governam para o bem. Quando dizem melhores condições para o Povo que governam, nós duvidamos sempre e perguntamos:- Quem estará incluido nesse Povo que pronunciam? As suas famílias? Os seus partidários? Ou o seu lóbie?
Serão todos, menos o Povo que os coloca no poder!
Eis como podem terminar os Defensores da Pátria de Portugal

-Combatente Português de Terras de Basto


-Combatente Português de Terras de Basto
Ajudou-o, apoiou-o, acompanhou-o mais a Fé, que ostenta na parede da sua humilde casa, que os enganos por promessas feitas, dos que, tentam convencer que bem nos governam.
Será este o percurso para nova sociedade , tão anunciada pelos novos sistemas de governação?
Terá sido o factor da religiosidade intensa, nos Combatentes, que fez distanciar nas ajudas, os que nos tem vindo a governar?


Fátima - 20 de Outubro de 2002 Guarda de Honra
a Nossa Senhora do Sameiro

Peregrinação dos Veteranos de Guerra ao Sameiro

Combatentes no Sameiro - Braga

Combatentes no Sameiro - Braga




Combatentes de Portugal e famílias


Combatentes de Portugal e famílias - Cerimonias Religiosas

Combatentes de Portugal
com
Um bom amigo no Governo
O Fim dos Tempos e a passagem para os Novos Tempos continua a ser um enigma.
De um lado, os que dizem que uma nova sociedade crescerá, mas apoiada na matéria - a do ateísmo
Do outro lado, o Profetizado, o anunciado nos Tempos passados, para uma nova sociedade mais apostada na espiritualidade - a do religioso.
O certo é que já estamos em cima do Fim dos Tempos. Para quem tem Fé, o sobrenatural está presente e acompanha-nos. E o mesmo sobrenatural começou já, a indicar-nos os caminhos dos Novos Tempos.
A nós, aos que acreditam, compete, dirigirmo-nos e auxiliar-mos os que se arrastam na procura desse "trilho". Para nós, os que acreditam, o caminho está visível.
Os dois capítulos que abaixo apresentamos, revelam-nos profecias e indicações que se poderão tornar úteis a quem pretende seguir o bom caminho - o caminho dos Novos Tempos.
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